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O pintor de batalhas
Arturo Pérez-Reverte
Edições ASA, 224 páginas
Edições ASA, 224 páginas
O pintor de batalhas pouco tem a ver com os outros romances de Arturo Pérez-Reverte (Cartagena, 1951). Aqui não há acção trepidante, nem aventuras, nem episódios espectaculares. Pérez-Reverte escreveu o seu romance mais intimista e, também, o mais pessimista, pois descreve sem rodeios a visão desesperada do ser humano que vai revelando nos seus romances, entrevistas e artigos.



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