J.C. Chandor estreia-se no cinema com este interessante thriller que relata as 24 horas prévias ao início da grande recessão que se vive atualmente. Chandor centra o conflito nas conversas travadas entre os executivos do banco durante uma longa noite, para tentar evitar o colapso.

O filme põe o dedo na chaga ao criticar o modo de vida imposto por uma sociedade atirada para um capitalismo desvairado e ao apontar o ultrajante individualismo (que mais não é o corporativismo) de alguns sectores. Acerta também ao propor - sem gritos à Michael Moore - a solução, que não é senão a necessidade de uma ética pessoal.
Ana Sánchez de la Nieta



Enviar a alguém
Imprimir
Partilhe?



Maternidade e ética – um desafio para a mulher