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Cultura/Comunicação

Os riscos do princípio de precaução

Os piores prognósticos vendem bem

A OMS deu por terminada, no passado mês de Agosto, a pandemia da gripe A, que, afinal, foi mais funesta para o prestí-gio da organização do que para a saúde do mundo. O alarme criado desvaneceu-se, deixando um rasto de milhões de vacinas não utilizadas. É mais um caso da aplicação arriscada do "princípio de precaução", com que as sociedades modernas querem proteger-se de todos os riscos enquanto se atemorizam a si mesmas.

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