Educação
França: aprender a criar escolas
Caroline Fourest fica alarmada, no Le Monde, pelo crescimento da escola independente em França, face à suposta deterioração da escola pública, como consequência do desinteresse do actual governo. O titulo do seu artigo é significativo: "Ecole: silence, on privatise..." O certo é que foi reduzido o número de lugares docentes no sector público como consequência da crise económica, as turmas têm mais alunos, há menos possibilidades de contratar professores de apoio a alunos com dificuldade de aprendizagem, e flexibilizou-se o mapa escolar, para evitar a rigidez na escolha de uma escola que, na prática, provoca guetos e não remédio contra a exclusão social.
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